domingo, 22 de janeiro de 2012

Em Agrestina, Show de Mattos Nascimento - Louvor da Gratidão


Milhares de pessoas lotaram a Praça Padre Cícero para conferir o show do cantor gospel Mattos Nascimento (ex-Paralamas do Sucesso)



Mesmo sob garoa o público não arredaram o pé para conferir o super show  com um dos precursores da música gospel brasileira há 20 anos. Com a apresentação intitulada de "Louvor da Gratidão", Mattos Nascimento surpreendeu a todos com o seu bom humor, porém, de temperamento forte. Prestou seu testemunho e brincou com o público os conduzindo a cantar uma prévia de pelo menos 20 hinos de sua carreira. Outro momento excepcional foi o agradecimento a prefeita de Agrestina Carmen Miriam, que improvisando, cantou com letras de gratidão e louvor, brincando em seguida com a mesma e a vereadora Sheila que a acompanhava. O cantor ressaltou o seu sucesso sem intermédio direto da mídia global; "Não preciso de Faustão e Raul Gil porque meu produtor é Jesus" ,declarou Mattos. Humilde, fez questão de assistir o show da banda Brasas no Altar em meio ao público onde tirou diversas fotos com os seus admiradores.

O Evento que reuniu diversos Pastores das igrejas evangélicas de Agrestina e cidades vizinhas tornou-se concreto após reunião com Pastores e Diáconos junto a prefeita Carmen Miriam que deu todo apoio necessário. Com toda certeza esse foi um evento memorável para o município e que merece ser repetido outras vezes.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Programação 2012 da Festa de São Sebastião em Altinho - PE


Na quinta dia 26 de janeiro às 20:00 Show 
Gospel com os cantores

Joseano SilvaeEsteves Jacinto


O SEMEADOR DA PARÁBOLA E SUA RESPONSABILIDADE



Por Alan Capriles

A chamada parábola do semeador é uma das mais conhecidas parábolas ensinadas por Jesus. Seu correto entendimento é tão importante, que sua explicação consta de todo os evangelhos sinóticos. 

Mas, a despeito de sua explicação aparentemente clara, penso que algo muito importante esteja faltando no entendimento correto da explicação dada pelo Senhor. Trata-se da responsabilidade do pregador, ou seja, daquele que semeia a palavra.

Digo isso porque a parábola do semeador é quase sempre explicada sob o ponto de vista dos solos e não de quem semeia. Aliás, alguns crêem tanto nisso, que preferem chamá-la de “parábola dos solos”. Segundo esses teólogos, a culpa da semente não dar fruto seria exclusivamente do solo na qual ela caiu, ou seja, do coração na qual a palavra foi semeada. Nenhuma culpa teria o pregador se a palavra não der frutos, mas tão somente seus ouvintes.

Pois bem, discordo dessa interpretação. Mas antes de explicar minhas razões, preciso reconhecer que durante anos também pensei como a maioria, tirando qualquer culpa do pregador quanto ao resultado de sua mensagem. O que me fez despertar para o correto entendimento dessa parábola foi uma palavra-chave, que consta da explicação dada pelo Senhor segundo o evangelho de Mateus.

A palavra-chave é o verbo “compreender” que aparece no início e no final da explicação dada por Jesus. Segue o texto, com essa palavra em destaque:

Mateus 13:18-23
18   Atendei vós, pois, à parábola do semeador.
19   A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho.
20   O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria;
21   mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.
22   O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera.
23   Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um.

Perceba que a explicação começa se referindo àqueles que não compreendem a palavra e termina com os que a compreendem. Desta forma, podemos concluir que entre um e outro estão aqueles que “compreenderam mal” a boa nova do reino.

A fim de que isso fique bem esclarecido, estarei analisando a seguir essa mesma passagem, comentando [entre colchetes] cada tipo de solo onde o semeador lançou a semente. Lembre-se que o foco dessa parábola é o semeador, ou seja, aquele que semeia a palavra. Prova disso é que o próprio Jesus, ao iniciar sua explicação, chamou-a de parábola do semeador.

Mateus 13:18-23
18   Atendei vós, pois, à parábola do semeador.
19   A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho.

[Não a compreendem por quê? Porque, na maioria das vezes, o semeador (pregador) não explicou a palavra. E é um fato lamentável que seja cada vez menor o número de pregadores que exponham com fidelidade a palavra de Deus. Ora, se nem o pregador sabe o que é o evangelho, como esperar que seus ouvintes o compreendam?]
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20   O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria;

[Por que esse ouvinte recebeu logo a palavra e com alegria? Ora, porque ele compreendeu mal a palavra. E a culpa, mais uma vez, é do pregador, que não lhe alertou sobre as provações que necessitam passar os que se convertem a Cristo. A fim de conseguir um número maior de decisões, esse tipo de evangelista encobre o fato de que seguir a Cristo implica em se carregar uma cruz. Por essa mesma razão é que esse ouvinte recebeu “logo” a palavra, porque o pregador lhe pressionou a tomar uma decisão emocional e não a considerar os custos de seguir a Cristo. São apelos assim, superficiais, que são realizados hoje em dia, feito por pregadores mais preocupados com números do que com a genuína conversão de vidas. Mas o próprio Jesus sempre testava a decisão dos que queriam segui-lo. Sendo assim, devemos desconfiar da veracidade da conversão daqueles que alegremente recebem a Cristo, sem lágrima nos olhos, como se o Caminho da verdade fosse um passeio no parque]

21   mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.
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22   O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera.

[Como isso foi acontecer? Ou melhor, devemos nos perguntar: por que esse ouvinte continuou entretido com o mundo e fascinado com as riquezas, mesmo se dizendo cristão? Sem dúvida, porque o pregador não lhe explicou que seguir a Cristo significa renunciar a si mesmo. Antes, pelo contrário, prometeu-lhe uma vida de prosperidade, como se fosse possível amar a Deus e continuar amando ao dinheiro, ou ser amigo de Deus e do mundo ao mesmo tempo. São pregadores que misturam a verdade com a mentira, criando expectativas mundanas em seus ouvintes. Atualmente existem igrejas cheias desse tipo de pseudo-cristão, que busca a Deus por interesse, pelo ter e não pelo ter, gente que nunca chega a se converter completamente. Mas estão lá, dizendo ser da igreja. Aliás, prega-se prosperidade com esse fim: encher a igreja, ainda que seja de bodes e não de ovelhas]
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23   Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um.

[Por que esse ouvinte frutificou? Porque compreendeu a palavra. E por que ele a compreendeu? Ora, porque o pregador demonstrou verdadeiro amor por ele, tendo a paciência de lhe explicar bem a palavra do reino, que é o evangelho da salvação. Salvação, não apenas do inferno pós-morte, mas de sermos um diabo nesta vida. E reino, não apenas como evento futuro, pós-apocalíptico, mas um estado presente de ser uma nova criatura em Cristo, que significa viver sob o seu reinado, dando frutos de santidade e de boas obras, em amor e para a glória de Deus.]
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Conclusão

Como se percebe, Jesus não estava equivocado ao intitular este ensino de Parábola do Semeador. A semente é boa - aliás, excelente - o problema está, antes de tudo, no despreparo de quem semeia.

Alan Capriles

Raízes Históricas



João, o Batista
Imagem representando João, O Batista, batizando Jesus conforme Mateus 3
Somos um povo que vem de longe, com muitos nomes, de muitas perseguições, de muitas lutas, mas construindo uma bela história de fé, de doutrina e de princípios. Somos o povo da Bíblia, a Palavra Infalível e Eterna de Deus. (para conhecer mais sobre a história da Bíblia Sagrada clique aqui) Cremos no Deus Trino: manifesto na pessoa de Deus Pai O Todo Poderoso, O Santo, O Justo, O Criador, e O Sustentador de todas as coisas; manifesto na pessoa de Jesus Cristo, O único Salvador e Senhor de nossas vidas e almas; manifesto na pessoa do Espírito Santo, O Consolador que nos guia em tudo quanto Jesus ensinou e que está hoje atuando na Terra convencendo os pecadores de seus pecados, levando-os a Jesus e cuidando dos salvos.
Levando em consideração as Raízes Doutrinárias, os Batistas saem diretamente das páginas do Novo Testamento: dos lábios e ensinos de Jesus e dos apóstolos e tem sua trajetória marcada pela oposição a toda corrupção da doutrina cristã claramente exposta desde o Novo Testamento.
A palavra Batista tem origem na palavra Grega βαπτιστικός (Baptistés) que é relacionada ao verbo βαφτίστε (baptízo = batizar) que significa mergulhar ou imergir.
Os Batistas não tentam traçar sua sucessão histórica de volta aos dias dos Apóstolos. Simplesmente dizemos que em cada época da história eclesiástica, havia grupos que creram nas mesmas doutrinas que os Batistas crêem hoje. Estes grupos podiam ou não ser ligados uns aos outros, e foram conhecidos por nomes diferentes. Eram os Montanistas (150 d.C.), os Novacianos (240 d. C.), os Donatistas (305 d.C.), os Albigenses (1022 d.C.), os Valdenses (1170 d.C.) e muitos outros. O nome “Batista” realmente só veio a ser usado após a Reforma Protestante.
No entanto é interessante ver a declaração dada pelo Cardeal Hosius (1504-1579) que era um prelado Católico Romano cuja obra vitalícia foi a investigação e supressão de grupos não Católicos. Este cardeal foi nomeado pelo Papa Paulo IV um dos três presidentes papais do famoso Concílio de Trento. Liderou vigorosamente a obra da contra-reforma católica (contra a Reforma de Lutero). Se alguém conheceu as doutrinas e a história de grupos não Católicos, era o Cardeal Hosius. Ele afirmou:
"Se os Batistas não fossem atormentados e cortados fora com a faca durante estes últimos 1.200 anos, fariam um enxame de maior número que todos os Reformadores." (Cartas Apud Opera, pp. 112, 113).
Note cuidadosamente que esta erudita autoridade Católica Apostólica Romana fala da ferrenha perseguição que os Batistas agüentaram, e que ele claramente faz distinção entre os Batistas e os reformadores, e que ele data os Batistas em 1.200 anos antes da Reforma Protestante.
Ao consultar a Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira você verá que as nossas doutrinas saem, com clareza límpida, das Sagradas Escrituras.
A corrupção de algumas doutrinas e práticas do cristianismo começou a surgir muito cedo em sua história, como pode ser constatado nos escritos dos apóstolos. Esta corrupção foi se ampliando após a "conversão" do Imperador Constantino ( 306 a 337 dC) ao cristianismo, ocorrida a partir do ano de 313, quando incorporou a cruz ao seu estandarte e passou a favorecer os cristãos.
Muitos destes cristãos eram resistentes e rejeitavam as inovações doutrinárias incorporadas ao Evangelho Puro e as práticas e ritos criados pelo grupo de Constantino e por isso foram perseguidos, exilados e mortos. Aqueles que mantiveram acesas as doutrinas cristãs genuínas possibilitaram que através dos tempos, outros se levantassem na Idade Média como Cláudio de Turim, Pedro de Bruys e Henrique de Lausanne, Pedro Vado, John Wycleffe, John Huss e muitos outros. (Para saber mais sobre as ramificações do Cristianismo clique aqui)
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Com o surgimento da Reforma Protestante liderada por Martinho Lutero, e deflagrada em 31 de outubro de 1517 quando da publicação das suas famosas 95 teses, na porta do Castelo de Wittenberg, criou-se a oportunidade de que muitos grupos até então escondidos intensificassem suas pregações, e entre eles os chamados Anabatistas que sustentavam basicamente as mesmas doutrinas que os Batistas esposam e representavam o grupo cristão (não participante da igreja oficial) mais ativo e poderoso daquele momento. O nome que lhes foi dado, Anabatistas, significa "os rebatizadores" pois estes não aceitavam o Batismo Infantil e "rebatizavam" aqueles adultos que, conscientemente, aceitavam e confessavam a Cristo Jesus como único e eterno Salvador. Fonte:http://mantenedordafe.org/